quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

boa noite


só quero um pouquinho de carinho...
désopiler

lua clair

leva fé que essa coisinha linda é a pior?
"lua clair - la chicca de los pampas"


hj descanso no sofá da minha sala. descanso de um cansaço que parece não ter fim, mas terá. eu sei.
hj não ouvi nenhuma melodia bonita mas vi minhas gatas colocando seus instintos pra funcionarem... caçaram um passarinho. lutamos, eu e elas... porque eu queria que ele vivesse. sei que estava interrompendo um ciclo da vida mas fiquei pensando: essas filhas da puta comem ração. pra que sacrificar o bichinho? ele viveu, elas também e eu continuo cansada. e com uma enorme vontade de chorar, mas tô brindando a vida. viva a vida! e viva a lua, a mais caçadora de todas.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

as 16h

em prol de algo maior, as vezes a gente atura cada coisa...
désopiler!!!

vivendo e aprendendo


ouvindo pérolas
_ aí amigo! quer fazer casa no meu casulo? (lourival)
_ tô com preguiça! -referindo-se a pessoas e relações que demandam muito tudo- (anita)
_ eu vivo de aposentadoria! (essa só silas roger pode decifrar)
_ molha minhas palavras. (lucian)
_ vc gosta de caipirinha? ...prazer! eu sou a dai, lá de apucarana!! (dai)
_há malas que vem de trem. (luis gulherme)

ovolactovegetariano


tem gente que não come carne, mas adora coração no espetinho. rs
só pra desopilar

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

é nois na fita, mana!!!

é nois na fita, mana!!!!

acordada com telefonemas especialíssimos hj. um deles era da lê. com a vozinha mansa. leãozinho domado e sereno. me segurei pra não cair no berreiro, de emoção mesmo. depois de 3 dias, ouvir a voz dela... bem. é foda!! foram dias de céu e inferno em fração de segundos. mas tá tudo bem. o restante é futuro e o futuro a de ser bom!!! ótimo!!! minha cantoria sábado foi pra ela. pra mandar um axé. ou sintonizar na vibe dela... palavrinha que ela adora: vibe! rs . fica boa logo lê! quero te ver com o sorrizão e o parzão de olhos verdes que conquistam toda gente.

"estamos todos, geral, na tua vibe, mina.
pra tu sarar do baguio logo.
bj no coco.
rs"

lha, lha, lha, lha,lha!!!
se queres, queres!
se não queres? diz!
mas diz logo!!!
um bj catarina!!!

domingo, 21 de fevereiro de 2010

o rei canta e eu choro


nossa! como uma simples brincadeira pode tomar proporções...
brincando de ouvir musicas bregas... e fingir que se emociona, salientar as frases de maior apelação... brega, né?
veio parar nos meus ouvidos: AMADA AMANTE!!!
nessa eu choro de verdade. desde muito pequenina. me traz algo que não sei dizer o que... de onde... eu devia ter, sei lá... 6 anos. e já chorava. que que é isso?


vai saber...
... vai lembrar
obrigada, désopiler!

bla bla bla


depois de tudo que foi dito...
do tempo passado, vivido...
não me fale mentiras.

liberdade pra dentro da cabeça!!!


a vida associada a santa cabecinha da gente... sempre nos pregam peças.
um dia de boa, no seguinte num hospital, num próximo numa cirurgia. que doido!
mas graças aos DEUSES... vaso ruim não quebra.
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
deixa eu rir! e muito!!
pq tô feliz pra caramba.
festejando a vida!!!
viva!!

"O funcionamento dos computadores, como todo mundo sabe, requer a interação de duas partes. Uma delas chama-se hardware, literalmente equipamento "duro",e a outra denomina-se software, " equipamento macio". O hardware é constituído por todas as coisas sólidas com que o aparelho é feito. O software é constituído por entidades " espirituais" - símbolos que formam os programas e são gravados nos disquetes. Nós também temos um hardware e um software. O hardware são os nervos do cérebro, os neurônios, tudo aquilo que compõe o sistema nervoso. O software é constituído por uma série de programas que ficam gravados na memória. Do mesmo jeito como nos computadores, o que fica na memória são símbolos, entidades levíssimas, dir-se-ia mesmo "espirituais", sendo que o programa mais importante é a linguagem. Um computador pode enlouquecer por defeitos no hardware ou por defeitos no software. Nós também. Quando o nosso hardware fica louco há que se chamar psiquiatras e neurologistas, que virão com suas poções químicas e bisturis consertar o que se estragou. Quando o problema está no software, entretanto, poções e bisturis não funcionam. Não se conserta um programa com chave de fenda. Porque o software é feito de símbolos, somente símbolos podem entrar dentro dele. Assim, para se lidar com o software há que se fazer uso dos símbolos. Por isso, quem trata das perturbações do software humano nunca se vale de recursos físicos para tal. Suas ferramentas são palavras, e eles podem ser poetas,humoristas, palhaços, escritores, gurus, amigos e até mesmo psicanalistas. Acontece, entretanto, que esse computador que é o corpo humano tem uma peculiaridade que o diferencia dos outros: o seu hardware, o corpo,é sensívelàs coisas que o seu software produz.
rubem braga ( esse texto está na integra no post: http://wwwdesopiler.blogspot.com/2009/12/por-rubem-alves-saude-mental.html)

o software já não andava bem e o hardware padeceu ou tostines vende mais pq é fresquinho?

um beijo pra Lê!!!

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

só pra recordar...

y hoy te vi
eduardo mateo

cuando en las noches largas
uma esperanza miente
cuando la angustia es fuerte
sufres te mueres

cuando a la puerta triste
llama la tarde fria
quiere tu noche tibia
sufres te mueres

cuando camino lento
bajo la lluvia fria
cuando las luces pisas
sufres te mueres

cuando se acaba el sueño
que te humedece el dia
cuando a tu cuarto miras
sufres te mueres

y hoy te vi
mirando rosas hoy te vi
tu nunca dices qué hay en ti
y hoy te vi


quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

um rápido alô!!


hoje falei com minha mana cris ao telefone. tá tudo bem mana?
ah... esqueci de te dizer, já abriram as inscrições para a bienal de cerâmica. já que você não vem me ver... manda um trabalho seu. pra eu me emocionar mais uma vez e dizer pra todo mundo: essa escultura é da minha irmã! ...cheia de orgulho. se cuida cris! te amo muito!!!
beijos da sua mana

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

um pintor português

Eduardo Viana - a revolta das bonecas 1916

28 de janeiro de 2010

peço licença pra postar algo que recebi e que me deixou bastante emocionada. lembrei que ouvi falar do PT no ano de 1979. meu sobrinho Fabio estava vindo ao mundo, a Criança Esperança, lembra? pois é. eu também era criança, tinha 13 anos. como uma boa "filha da ditadura", eu não tinha grandes esperanças. mas fui tomada por uma curiosidade gigante de saber o que era aquilo. as fabricas, os sindicatos, o ABC paulista, o Luis Inacio, o PT. 3 anos depois, já no segundo grau, fiz a primeira leitura pra abrir os horizontes "os carbonários" do sirkis. ofertado a mim por um amigo: vladmir. só poderia se chamar assim, né? rs. dae lembrei, lendo esse texto, que a menina de poucas esperanças, presenciou a historia se transformando algumas vezes, mas só se deu conta dia desses. hoje 30 anos depois, posso dizer que eu também era uma criança esperança... ou melhor, que podia ter esperança.
vai ae o discurso que o presidente Lula preparou para os empresários e banqueiros no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça. a imprensa nacional... não publicou. Hermann obrigada por me enviar.


"Minhas senhoras e meus senhores,

Em primeiro lugar, agradeço o prêmio "Estadista Global" que vocês estão me concedendo. Nos últimos meses, tenho recebido alguns dos prêmios e títulos mais importantes da minha vida. Com toda sinceridade, sei que não é exatamente a mim que estão premiando - mas ao Brasil e ao esforço do povo brasileiro. Isso me deixa ainda mais feliz e honrado. Recebo este prêmio, portanto, em nome do Brasil e do povo do meu país. Este prêmio nos alegra, mas, especialmente, nos alerta para a grande responsabilidade que temos.

Ele aumenta minha responsabilidade como governante, e a responsabilidade do meu país como ator cada vez mais ativo e presente no cenário mundial. Tenho visto, em várias publicações internacionais, que o Brasil está na moda. Permitam-me dizer que se trata de um termo simpático, porém inapropriado.

O modismo é coisa fugaz, passageira. E o Brasil quer e será ator permanente no cenário do novo mundo. O Brasil, porém, não quer ser um destaque novo em um mundo velho. A voz brasileira quer proclamar, em alto e bom som, que é possível construir um mundo novo. O Brasil quer ajudar a construir este novo mundo, que todos nós sabemos, não apenas é possível, mas dramaticamente necessário, como ficou claro, na recente crise financeira internacional – mesmo para os que não gostam de mudanças.

Meus senhores e minhas senhoras,

O olhar do mundo hoje, para o Brasil, é muito diferente daquele, de sete anos atrás, quando estive pela primeira vez em Davos. Naquela época, sentíamos que o mundo nos olhava mais com dúvida do que esperança. O mundo temia pelo futuro do Brasil, porque não sabia o rumo exato que nosso país tomaria sob a liderança de um operário, sem diploma universitário, nascido politicamente no seio da esquerda sindical. Meu olhar para o mundo, na época, era o contrário do que o mundo tinha para o Brasil. Eu acreditava, que assim como o Brasil estava mudando, o mundo também pudesse mudar.

No meu discurso de 2003, eu disse, aqui em Davos, que o Brasil iria trabalhar para reduzir as disparidades econômicas e sociais, aprofundar a democracia política, garantir as liberdades públicas e promover, ativamente, os direitos humanos. Iria, ao mesmo tempo, lutar para acabar sua dependência das instituições internacionais de crédito e buscar uma inserção mais ativa e soberana na comunidade das nações. Frisei, entre outras coisas, a necessidade de construção de uma nova ordem econômica internacional, mais justa e democrática. E comentei que a construção desta nova ordem não seria apenas um ato de generosidade, mas, principalmente, uma atitude de inteligência política.

Ponderei ainda que a paz não era só um objetivo moral, mas um imperativo de racionalidade. E que não bastava apenas proclamar os valores do humanismo. Era necessário fazer com que eles prevalecessem, verdadeiramente, nas relações entre os países e os povos. Sete anos depois, eu posso olhar nos olhos de cada um de vocês – e, mais que isso, nos olhos do meu povo – e dizer que o Brasil, mesmo com todas as dificuldades, fez a sua parte. Fez o que prometeu. Neste período, 31 milhões de brasileiros entraram na classe média e 20 milhões saíram do estágio de pobreza absoluta. Pagamos toda nossa dívida externa e hoje, em lugar de sermos devedores, somos credores do FMI.

Nossas reservas internacionais pularam de 38 bilhões para cerca de 240 bilhões de dólares. Temos fronteiras com 10 países e não nos envolvemos em um só conflito com nossos vizinhos. Diminuímos, consideravelmente, as agressões ao meio ambiente. Temos e estamos consolidando uma das matrizes energéticas mais limpas do mundo, e estamos caminhando para nos tornar a quinta economia mundial. Posso dizer, com humildade e realismo, que ainda precisamos avançar muito. Mas ninguém pode negar que o Brasil melhorou.

O fato é que Brasil não apenas venceu o desafio de crescer economicamente e incluir socialmente, como provou, aos céticos, que a melhor política de desenvolvimento é o combate à pobreza.
Historicamente, quase todos governantes brasileiros governaram apenas para um terço da população. Para eles, o resto era peso, estorvo, carga.Falavam em arrumar a casa. Mas como é possível arrumar um país deixando dois terços de sua população fora dos benefícios do progresso e da civilização?

Alguma casa fica de pé, se o pai e a mãe relegam ao abandono os filhos mais fracos, e concentram toda atenção nos filhos mais fortes e mais bem aquinhoados pela sorte? É claro que não. Uma casa assim será uma casa frágil, dividida pelo ressentimento e pela insegurança, onde os irmãos se vêem como inimigos e não como membros da mesma família. Nós concluímos o contrário: que só havia sentido em governar, se fosse governar para todos. E mostramos que aquilo que, tradicionalmente, era considerado estorvo, era, na verdade, força, reserva, energia para crescer.

Incorporar os mais fracos e os mais necessitados à economia e às políticas públicas não era apenas algo moralmente correto. Era, também, politicamente indispensável e economicamente acertado. Porque só arrumam a casa, o pai e a mãe que olham para todos, não deixam que os mais fortes esbulhem os mais fracos, nem aceitam que os mais fracos conformem-se com a submissão e com a injustiça. Uma casa só é forte quando é de todos – e nela todos encontram abrigo, oportunidades e esperanças.

Por isso, apostamos na ampliação do mercado interno e no aproveitamento de todas as nossas potencialidades. Hoje, há mais Brasil para mais brasileiros. Com isso, fortalecemos a economia, ampliamos a qualidade de vida do nosso povo, reforçamos a democracia, aumentamos nossa auto-estima e amplificamos nossa voz no mundo.

Minhas senhoras e meus senhores,

O que aconteceu com o mundo nos últimos sete anos? Podemos dizer que o mundo, igual ao Brasil, também melhorou? Não faço esta pergunta com soberba. Nem para provocar comparações vantajosas em favor do Brasil. Faço esta pergunta com humildade, como cidadão do mundo, que tem sua parcela de responsabilidade no que sucedeu – e no que possa vir a suceder com a humanidade e com o nosso planeta.

Pergunto: podemos dizer que, nos últimos sete anos, o mundo caminhou no rumo da diminuição das desigualdades, das guerras, dos conflitos, das tragédias e da pobreza?
Podemos dizer que caminhou, mais vigorosamente, em direção a um modelo de respeito ao ser humano e ao meio ambiente? Podemos dizer que interrompeu a marcha da insensatez, que tantas vezes parece nos encaminhar para o abismo social, para o abismo ambiental, para o abismo político e para o abismo moral? Posso imaginar a resposta sincera que sai do coração de cada um de vocês, porque sinto a mesma perplexidade e a mesma frustração com o mundo em que vivemos. E nós todos, sem exceção, temos uma parcela de responsabilidade nisso tudo.

Nos últimos anos, continuamos sacudidos por guerras absurdas. Continuamos destruindo o meio-ambiente. Continuamos assistindo, com compaixão hipócrita, a miséria e a morte assumirem proporções dantescas na África. Continuamos vendo, passivamente, aumentar os campos de refugiados pelo mundo afora. E vimos, com susto e medo, mas sem que a lição tenha sido corretamente aprendida, para onde a especulação financeira pode nos levar.

Sim, porque
continuam muitos dos terríveis efeitos da crise financeira internacional, e não vemos nenhum sinal, mais concreto, de que esta crise tenha servido para que repensássemos a ordem econômica mundial, seus métodos, sua pobre ética e seus processos anacrônicos.

Pergunto:
quantas crises serão necessárias para mudarmos de atitude? Quantas hecatombes financeiras teremos condições de suportar até que decidamos fazer o óbvio e o mais correto? Quantos graus de aquecimento global, quanto degelo, quanto desmatamento e desequilíbrios ecológicos serão necessários para que tomemos a firme decisão de salvar o planeta?

Meus senhores e minhas senhoras,

Vendo os efeitos pavorosos da tragédia do Haiti, também pergunto: quantos Haitis serão necessários para que deixemos de buscar remédios tardios e soluções improvisadas, ao calor do remorso?
Todos nós sabemos que a tragédia do Haiti foi causada por dois tipos de terremotos: o que sacudiu Porto Príncipe, no início deste mês, com a força de 30 bombas atômicas, e o outro, lento e silencioso, que vem corroendo suas entranhas há alguns séculos.

Para este outro terremoto, o mundo fechou os olhos e os ouvidos. Como continua de olhos e ouvidos fechados para o terremoto silencioso que destrói comunidades inteiras na África, na Ásia, na Europa Oriental e nos países mais pobres das Américas. Será necessário que o terremoto social traga seu epicentro para as grandes metrópoles européias e norte-americanas para que possamos tomar soluções mais definitivas?

Um antigo presidente brasileiro dizia, do alto de sua aristocrática arrogância, que a questão social era uma questão de polícia. Será que não é isso que, de forma sutil e sofisticada, muitos países ricos dizem até hoje, quando perseguem, reprimem e discriminam os imigrantes, quando insistem num jogo em que tantos perdem e só poucos ganham? Por que não fazermos um jogo em que todos possam ganhar, mesmo que em quantidades diversas, mas que ninguém perca no essencial?

O que existe de impossível nisso? Por que não caminharmos nessa direção, de forma consciente e deliberada e não empurrados por crises, por guerras e por tragédias? Será que a humanidade só pode aprender pelo caminho do sofrimento e do rugir de forças descontroladas? Outro mundo e outro caminho são possíveis. Basta que queiramos. E precisamos fazer isso enquanto é tempo.

Meus senhores e minhas senhoras,

Gostaria de repetir que
a melhor política de desenvolvimento é o combate à pobreza. Esta também é uma das melhores receitas para a paz. E aprendemos, no ano passado, que é também um poderoso escudo contra crise. Esta lição que o Brasil aprendeu, vale para qualquer parte do mundo, rica ou pobre. Isso significa ampliar oportunidades, aumentar a produtividade, ampliar mercado e fortalecer a economia. Isso significa mudar as mentalidades e as relações. Isso significa criar fábricas de emprego e de cidadania.

Só fomos bem sucedidos nessas tarefas porque recuperamos o papel do Estado como indutor do desenvolvimento e não nos deixamos aprisionar em armadilhas teóricas – ou políticas – equivocadas sobre o verdadeiro papel do estado. Nos últimos sete anos, o Brasil criou quase 12 milhões de empregos formais. Em 2009, quando a maioria dos países viu diminuir os postos de trabalhos, tivemos um saldo positivo de cerca de um milhão de novos empregos.

O Brasil foi um dos últimos países a entrar na crise e um dos primeiros a sair. Por que? Porque tínhamos reorganizado a economia com fundamentos sólidos, com base no crescimento, na estabilidade, na produtividade, num sistema financeiro saudável, no acesso ao crédito e na inclusão social. E quando os efeitos da crise começaram a nos alcançar, reforçamos, sem titubear, os fundamentos do nosso modelo e demos ênfase à ampliação do crédito, à redução de impostos e ao estímulo do consumo.

Na crise ficou provado, mais uma vez, que são os pequenos que estão construindo a economia de gigante do Brasil. Este talvez seja o principal motivo do sucesso do Brasil: acreditar e apoiar o povo, os mais fracos e os pequenos. Na verdade, não estamos inventando a roda. Foi com esta força motriz que Roosevelt recuperou a economia americana depois da grande crise de 1929. E foi com ela que o Brasil venceu preventivamente a última crise internacional.

Mas, nos últimos sete anos, nunca agimos de forma improvisada. A gente sabia para onde queria caminhar. Organizamos a economia sem bravatas e sem sustos, mas com um foco muito claro: crescer com estabilidade e com inclusão. Implantamos o maior programa de transferência de renda do mundo, o Bolsa Família, que hoje beneficia mais de 12 milhões de famílias. E lançamos, ao mesmo tempo, o Programa de Aceleração do Crescimento, o PAC, maior conjunto de obras simultâneas nas áreas de infra-estrutura e logística da história do país, no qual já foram investidos 213 bilhões de dólares e que alcançará, no final do ano de 2010, um montante de 343 bilhões.

Volto ao ponto central: estivemos sempre atentos às politicas macro-econômicas, mas jamais nos limitamos às grandes linhas. Tivemos a obsessão de destravar a máquina da economia, sempre olhando para os mais necessitados, aumentando o poder de compra e o acesso ao crédito da maioria dos brasileiros. Criamos, por exemplo, grandes programas de infra-estrutura social voltados exclusivamente para as camadas mais pobres. É o caso do programa Luz para Todos, que levou energia elétrica, no campo, para 12 milhões de pessoas e se mostrou um grande propulsor de bem estar e um forte ativador da economia.

Por exemplo: para levar energia elétrica a 2 milhões e 200 mil residências rurais, utilizamos 906 mil quilômetros de cabo, o suficiente para dar 21 voltas em torno do planeta Terra. Em contrapartida, estas famílias que passaram a ter energia elétrica em suas casas, compraram 1,5 milhão de televisores, 1,4 milhão de geladeiras e quantidades enormes de outros equipamentos.

As diversas linhas de microcrédito que criamos, seja para a produção, seja para o consumo, tiveram igualmente grande efeito multiplicador. E ensinaram aos capitalistas brasileiros que não existe capitalismo sem crédito. Para que vocês tenham uma idéia, apenas com a modalidade de "crédito consignado", que tem como garantia o contracheque dos trabalhadores e aposentados, chegamos a fazer girar na economia mais 100 bilhões de reais por mês. As pessoas tomam empréstimos de 50 dólares, 80 dólares para comprar roupas, material escolar, etc, e isto ajuda ativar profundamente a economia.

Minhas senhoras e meus senhores,

Os desafios enfrentados, agora, pelo mundo são muito maiores do que os enfrentados pelo Brasil. Com mudanças de prioridades e rearranjos de modelos, o governo brasileiro está conseguindo impor um novo ritmo de desenvolvimento ao nosso país. O mundo, porém, necessita de mudanças mais profundas e mais complexas. E elas ficarão ainda mais difíceis quanto mais tempo deixarmos passar e quanto mais oportunidades jogarmos fora. O encontro do clima, em Copenhague, é um exemplo disso. Ali a humanidade perdeu uma grande oportunidade de avançar, com rapidez, em defesa do meio-ambiente.

Por isso cobramos que cheguemos com o espírito desarmado, no próximo encontro, no México, e que encontremos saídas concretas para o grave problema do aquecimento global. A crise financeira também mostrou que é preciso uma mudança profunda na ordem econômica, que privilegie a produção e não a especulação. Um modelo, como todos sabem, onde o sistema financeiro esteja a serviço do setor produtivo e onde haja regulações claras para evitar riscos absurdos e excessivos.

Mas tudo isso são sintomas de uma crise mais profunda, e da necessidade de o mundo encontrar um novo caminho, livre dos velhos modelos e das velhas ideologias. É hora de re-inventarmos o mundo e suas instituições. Por que ficarmos atrelados a modelos gestados em tempos e realidades tão diversas das que vivemos? O mundo tem que recuperar sua capacidade de criar e de sonhar. Não podemos retardar soluções que apontam para uma melhor governança mundial, onde governos e nações trabalhem em favor de toda a humanidade.

Precisamos de um novo papel para os governos. E digo que, paradoxalmente, este novo papel é o mais antigo deles: é a recuperação do papel de governar. Nós fomos eleitos para governar e temos que governar. Mas temos que governar com criatividade e justiça. E fazer isso já, antes que seja tarde. Não sou apocalíptico, nem estou anunciando o fim do mundo. Estou lançando um brado de otimismo. E dizendo que, mais que nunca, temos nossos destinos em nossas mãos. E toda vez que mãos humanas misturam sonho, criatividade, amor, coragem e justiça elas conseguem realizar a tarefa divina de construir um novo mundo e uma nova humanidade.

Muito obrigado."

a doce Amargosa


último dia de carnaval. pr'aqueles que estão na folia, um dia triste... o último. pra mim que tô devagar, quase parando, agradeço por ter passado de forma levemente indolor. acordei pensando na mortalha que usava nos carnavais de Amargosa, interior da Bahia. onde passei alguns anos da minha vida, brincando nos bloco, saindo atrás do trio elétrico e indo ao clube Alvora a noite. nossa como era lindo. eu, minhas irmãs e primos zoando da manhã à noite pelas ruas de Amargosa. do bosque à praça passando pela rua central. era lindo. lembrei de tia Zulmira e sua mesa farta nas manhãs quando chegávamos da festa. lembrei de tia Rita e tio Mimiro e sua granja. tio Zezinho e a tintura preta retinta junto ao espelhinho colocado no pilar da varanda pra poder retocar cabelo e bigode. tia Vaizinha e os joguinhos de buraco. tio Nelito, o espanhol, tinha uma farmácia e o bigode mais engraçado que já vi na vida. um Dalí baiano, ou quase. Na rua Edmundo Coelho, uma pequena ladeira, tinha o Cine Theatro Pérola, que era de meu tio Zezinho. colado a ele estava a triste e escura casa de meus avós: Rosa e Joaquim, e tia Dete que ficou com eles até o fim. morreu num azilo, louca. Isa, a sobrinha favorita de minha mãe trabalhava na telefônica, onde toda semana íamos falar com a mãe no Rio de Janeiro. cabia a mim a confirmação das mentiras: tomaram banho de ribeirão? perguntava ela. eu dizia : não! confirmando o que as outras duas já tinham dito. suas irmãs estão se comportando por ai? eu respondia : sim. confirmando o que as outras duas já tinham dito. e assim ia... uma sabatina semanal. as primas casadas e seus filhos. Angelízio, um cara muito doido, diria um visionário, casado com célia (acho que sim), irmã de Walter, outro primo. filhos de tio Vavá que tinha pra mim a casa mais bem situada da cidade. morava numa casa alta na frente da praça central, onde todas as sextas a noite se montava a feira livre da cidade. tinha "de um tudo". comida, roupa, bicho, chapéu, trançados de palha, temperos, feijões. frutas, flores... flores. ali, naquela janela, vi muitas vezes o dia nascer reparando a feira e o vendedor de Angélicas. bem na frente da janela da sala de meu tio Vavá tinha um vendedor de Angélicas. flores brancas e lindas... e perfumadas. de um perfume que nem sei dizer mais como era. mas é o cheiro da minha infância. misturado com as frutas da época, os doces de tia Zuca, a Skol em lata, tempos depois, no carnaval. os primeiros BEIJOS. em maiúsculo porque eram beijos mesmo, de horas, de língua, de cansar o freio. rs. Amargosa, cidade jardim. o coreto, o ribeirão a historia do Jequitiba atingido por um raio, que forneceu madeira pra fazer todas as mesas e tamboretes do Jequitibar, barzinho perto da estação de trem... de um trem que já não passava mais por ali. um bar que não era freqüentado por moças de familia, mas se minhas irmãs e primas iam... eu também ía. aliás tava aqui pensando: minha irmã era minha heroína. pensava as fantasias, pintava as mortalhas, era amiga de Flor, o músico, e pegava geral. essa era Cris... minha irmã. em Amargosa também teve os tempos de calmaria (antes dos 12 anos, a precoce), a fazenda de seu Quadros, onde bebia leite direto da vaca... quentinho e espumante. o sítio de Betão, filho de tio Zezinho e irmão de Silene, onde brincava com crianças, ralava os joelhos, as costas passando por baixo das cercas de arame farpado, molhava os pés no córrego, porque a mãe proibia de tomar banho. rs. os passeios de burrico. meu amiguinho e tempos depois namoradinho de carnaval: Henrique. com quem encontrei em 1990 no carnaval de Salvador. do nada. pasme!!! Amargosa era de rodinhas de violão, no bosque, sob o coreto da praça, na frente da igreja, na escada da casa de tio Zezinho, que acabo de me lembrar, tinha um comércio de caixão. Jú, Geraldo, Roberto, Beto, Duda, Gau, Marcelo, Ritinha, Getúlio, Erasmo, Regina, Maria José, Conceição, Valmir, Vladmir, Fada, Kau... Kau, por onde anda Kau? com quem troquei cartas durante alguns 2 ou 3 anos. as vezes tinha mais de uma carta por dia. longas cartas contando da minha vida no Rio. longas cartas lendo sobre sua vida em Salvador.
lembranças boas de uma cidade, do carnaval... de mim. lá em cima perdi o fio da meada pra falar de Angelízio, foi um cara que abriu um açougue de caça. tinha tatu, cobra, paca, gia, carneiro... a idéia era ótima, mas a cidade era pequena. Amargosa cresceu hoje tem um prefeito do PT e ... é meu primo.
désopiler

sábado, 13 de fevereiro de 2010

de jó a iansã!


ói eu aqui... em pleno carnaval degustando esse sabor de qualquer coisa misturada com preguiça, cansaço e sei lá o que... entre risos sem graça e situações de saia justa, vou levando mais um tempo nesse movimento morno e sem expressão. devagar... assim sou eu. não sei porque reclamo. rapida é algo que não sou. mas minha paciência de jó... já, já acaba. e aí é a minha hora de levantar, sacudir a poeira e dar a volta por cima. como no samba .fico com a idéia da iansã de familia que um babalorixá disse que tenho... quando ela levanta vento, sai de baixo, ai eu sou rapidinha nas mudanças. mas até lá... ontem vi o mar... bem de longe. lá em caiobá, onde fui cantar. a maresia, o calor do litoral, o cheiro, um sorvete, um chopp, meus amigos de musica. a estrada, ao som do hermeto pascoal... homem-som! magnifico.
jó, iansã... mas até lá... permaneço sentada no meu grande trono ou com a minha carcaça coberta com palhas. hj fucei papeis e li o manual do herói da sonia hirsh. pra dar uma olhada nos rins... medo. e nos pulmões tristeza. até quando vou aguentar isso? désopiler

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010


pois é. há um "desarme" em mim. uma falta de força. uma vontade enorme de deixar tudo como está. será bom? será ruim? será como? é como se a minha casa interna, inteira, estivesse ligada num único disjuntor. ele se sobrecarregou e desarmou. olha que ótimo! amanhã parto para mais uma sessão de agulhinhas... logo depois da sessão de falar, falar, falar. tomara que a solução esteja a caminho. o que me resta senão dizer: curta o feriado!!!
désopiler.

o tiê

boa noite

meu boa noite de hoje é pro Pena Branca.

Vocês já viram lá na mata a cantoria
Da passarada quando vai anoitecer
E já ouviram o canto triste da araponga
Anunciando que na terra vai chover

Já experimentaram guabiroba bem madura
Já viram as tardes quando vai anoitecer
E já sentiram das planícies orvalhadas
O cheiro doce da frutinha muçambê

Pois meu amor tem um pouquinho disso tudo
E tem na boca a cor das penas do tié

Quando ele canta os passarinhos ficam mudos
Sabe quem é o meu amor, ele é você

penas do tiê/hekel tavares

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

boa mesmo?


boa noite confuso...
se não fossem os carneirinhos!
solidão total.
boa noite.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

das omissões e das loucuras


meu boa noite de hoje tem história linda...

"Ontem eu conheci uma moça no ônibus. Eu gostei dela e ela gostou de mim. Eu disse pra ela: Oi. Meu nome é Samuel. Sabia que eu tenho HIV? Ela respondeu: Não tem problema. Daí eu disse: Sabia que eu vou no CAPS e ela me disse: não tem problema. Aí eu disse quer ir lá em casa? e ela disse, quero e daí eu disse: Sabia que eu tô sujo? e ela me respondeu, tudo bem quando a gente chegar na tua casa você toma um banho. E a gente foi. Quando chegamos lá em casa ela me mandou direto pro chuveiro. Eu não demorei muito. Quando sai, ela tinha ido embora. Tinha roubado meus garfos e minha panela de pressão. Daí eu pensei: Eu disse pra ela que tinha HIV. Eu disse que ia no CAPS. Porque que ela não me contou que roubava?"

Samuel (aluno do CAPS - SP)
obrigada por partilhar essa comigo.

ô abre alas... porque eu JÁ tô passando!!!!


não existe pecado do lado, debaixo do equador... existe um carnaval maravilhoso. meu DEUS (com maiúscula pra ele saber que é importante), o que era aquele sol? aquele axé do pai Israel? o que era aquele povo subindo cantando? brincando lá no relógio? a chuva de confetes e serpentinas sendo levados pelo vento e fazendo brilhinhos? o que era aquele céu na descida do bloco? e o que foi aquela chuva? não, me diz! aquilo foi pra lavar a alma... a calcinha e afogar o celular, no meu caso. foi linda. a pele, a alma, o olhar, as palavras, os sorrisos... tudo molhado. tudo lavado. e hoje não é que recebo um link do jornal local com uma reportagem do bloco. nossa! e o tal do boato do alvará... quem precisa de grana de prefeitura? a gente precisa da infra estrutura, a gente quer a policia fazendo o seu serviço, a gente precisa que as barracas sejam, pelo menos, desarmadas pra passagem confortável e segura do bloco. e como diz a marchinha da mulher do daniel fernandes, lá do rio, (perdoa não sei o nome, mas saberei) :
"ô sr. prefeito, o caso é clínico, cadê o banheiro químico??????"

e pra terminar o que é aquele acarajé da flavinha lindeza no fim de tudo? é pra se acabar!!!
bom carnaval à todos... pra vcs que vão por ai, pro rio... não façam nada que eu não faria!!!
désopiler



sábado, 6 de fevereiro de 2010

ADOREI!!!!!

ADOREI AS ALMAS
05-02-2010 / Toca da Tuca I / 20h

noite de conhecer as almas rei de lucian, zelão e lourival.
saudação: ADOREI!!!!!

désopiler

rainha do carnaval de 2009!!

enfim, absoluta, serás coroada!
ave Samantha!!!!!

... nem pensa, porque amanhã já é quarta-feira!!!


então, dias tensos. procurando casa pra mudar. mudar sempre é confuso pra mim. mas estou bem mais disposta a mudanças de uns tempos pra cá. o que me ajuda a vencer esses dias tensos, sem praia e MUITAS vezes sem sol, no verão de curitiba, é o carnaval. sim o bloco GARIBALDIS & SACIS. certa vez me interpelaram: pô nega, quem diria, sair dos blocos do rio de janeiro pra vir pra curitiba? ... pois é, respondi, que outro bloco eu toco, danço, brinco, conheço todo mundo e ainda faço marchinhas pra cantar? esse é o Garibaldis e Sacis. mas só entende quem não fica de olho sempre na grama do vizinho. esse bloco é o que aquece meu coração por aqui. e essa historia de conhecer todo mundo já foi, né?! agora é concentrar ali do lado do carro de som e não querer mais nada. porque tá foda! tomou proporções gigantescas. gente vindo de todos os lugares e colocando fantasia e cantando. daqui a pouco vamos ter um trio elétrico. Deus me livre!!! e acredite, tem gente, trabalhando nos órgãos públicos dizendo que não sabia do bloco. ou que o bloco não vai sair pq precisa de alvará. vai lá minha senhora, meu senhor, tirar 5.000, sei lá quantas pessoas da rua? vai lá! manifestação popular tem dono não. independe da verba do projeto. da lei disso ou daquilo. da assinatura daquela senhora ou do senhor. desorganizado, sem patrocínio, desconhecido, apesar de ser matéria principal de uma revista cultural na capital (distribuída gratuitamente). pena que ninguém assina a matéria. pq com certeza é alguém que trabalha no mesmo órgão da pessoa que não sabe que o garibaldis já tá na rua a dias. então gente, falta trocar informações!!! ae vai: amanhã, dia 7 de fevereiro de 2010 é o ultimo encontro do garibaldis e sacis no pré carnaval de curitiba. amanhã é dia de invertido: mulher se veste de homem e homem de mulher. é um dia super engraçado. é lindo ver nossos amigos imperarem de mulher num salto alto com barba e batom. as mulheres cada vez mais se empenhando, exageram no tamanho do falo que escondem dentro da calça, uma zoação com o tamanho do pênis? e essa coisa de que carnaval é pegação, cheio de gays. nossa! homens se beijando!!!! penso que quem vê a pegação é pq ta de olho nela tb. querendo. então vá não fique "pudorizando". gays, lésbicas, tem em todos os lugares e se o fato das pessoas se paquerarem ou trocarem beijos com seus namorados e namoradas durante a festividade é motivo de susto, ixi, vamos lá, já estamos em 2010 e não precisamos ficar buscando guetos pra isso. o que vence o preconceito é a afetividade. quanto mais vc vê e fica perto, conhece, mais vc vence o seu preconceito. um amigo veio me dizer: pô rô pra onde quer que se olhe por aqui, tem homem se beijando! respondi: olha meu amigo, em aglomerações com muitos homens é melhor que eles se beijem do que briguem. ele concordou. sobre a maconha, a bebida, o sexo... acho que é um retrato da cidade mesmo. fica tão pra dentro, fazendo tanta pose... que é muito fácil num momento desses, festa na rua, expressão popular, coletivo, que elas se liberem. e vamos lá né... não há pessoas por ali instruindo outras a como se portar. cada um sabe o que faz com a sua porçãozinha de liberdade, de respiro da loucura. se o fulano justifica fazer balão com a camisinha porque não tem com quem usar é problema dele. do pinto dele, do cú dele, e da xoxota da amiga dele. vamos lá galera, amanhã é o último! depois só no ano que vem.


há, há, há, há!
carnaval em curitiba precisa de alvará!!
fui brincar no garibaldis e sacis
deparei com a seguinte aberração:
tem missa de domingo
tem grupo de oração
e meu Deus!! ninguém sabe na fundação!!!
parananá!!!
(boi boi boi ! boi da cara preta!!!)
désopiler!!

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

dia 2 de fevereiro! dia de festa no mar!!!


Yemanjá
Acrílico sobre papel
0,23 m x 0,31 m
Novembro 2006
Cecília Panipucci

mão d'água sereia Odoyá
Iara venha nos valer
Iara mãe d'água Odoyá, Odoyá ê
Sereia venha nos valer

onde fica o outro lado
Ora Yeyeô
onde é o lado de lá
Ora Yeyeô

mães das águas-itaércio rocha

ontem não consegui passar por aqui... aliás... muitos dias ausente. não é por falta de assunto e sim de tempo. dia 2 de fevereiro... foi um dia pensando nela... no mar. vibrando pra que tudo a partir dessa data esteja nas mãos da grande mãe. cuidado, acalentado... em águas profundas. ontem também foi dia de falar de familia, pai, mãe, distâncias... separação. dia de cantar, unir forças aos companheiros de trabalho, procurar casa nova... e pra terminar o dia beber uma cerveja, porque além do calor... ninguém é de ferro... muito menos eu. sou de lágrimas, risos, mucos e principalmente fé.
ODOYÁ!!!!
désopiler